Se você acompanhou o UFC Vegas 113, provavelmente ficou surpreso com a reação da comunidade de MMA à performance de Jailton Almeida e Rizvan Kuniev. Os lutadores, que estavam no card principal do evento, receberam críticas fortes dos fãs e especialistas, sendo até chamados de “perdedores do card principal” pela falta de ação e emoção durante suas lutas. O resultado? Uma participação que deixou a desejar e que coloca pressão extra para suas carreiras.
Jailton Almeida, promessa brasileira no peso meio-pesado, e Rizvan Kuniev, um peso-pesado com estilo focado em wrestling e striking, enfrentaram dificuldades para impressionar o público. O UFC Vegas 113 ocorreu em Las Vegas, uma das principais casas do MMA mundial, e a expectativa era alta para essas batalhas. Contudo, a entrega ficou bem aquém do esperado.
Por que a performance foi tão criticada?
A crítica principal da comunidade foi sobre a falta de agressividade e especialmente sobre o ritmo lento nas lutas. Para um card principal, o público espera um espetáculo intenso, luta de alto nível e ação do começo ao fim. Almeida e Kuniev, no entanto, foram acusados de entregar combates morosos, com pouco engajamento e poucas tentativas concretas de finalizar os oponentes.
O que isso significa para Jailton Almeida?
Jailton Almeida vinha ganhando espaço como um grande prospecto brasileiro na divisão meio-pesado, conhecido por seu bom jiu-jítsu e força física. Essa apresentação desapontou seus fãs e a comunidade, fazendo com que ele ganhasse uma pressão extra para as próximas lutas. Almeida precisará mostrar mais volume de golpes, agressividade e um estilo que conquiste o público para seguir crescendo dentro do UFC.
E Rizvan Kuniev?
Rizvan Kuniev, apesar de ser menos conhecido no cenário global, tem uma trajetória sólida em organizações menores, onde predominam o wrestling e o striking técnico. No UFC Vegas 113, seu desempenho também passou longe do esperado. A comunidade vê isso como uma chamada de atenção para que ele eleve seu nível e se torne um atleta mais excitante para o público, o que é fundamental para garantir lutas de melhor nível e contrato vantajoso.
Implicações para as carreiras dos lutadores
Num esporte como o MMA, performance no octógono não é só vencer, mas também entreter. Lutas monótonas e sem ação impactam diretamente o valor do lutador perante a organização e fãs. Isso pode significar menos oportunidades, patrocínios limitados e até risco de perder posição no ranking.
Tanto Almeida quanto Kuniev enfrentam agora o desafio de mudar a percepção negativa. O futuro depende de lutas mais competidas, emocionantes e que façam o fã vibrar.
Conclusão: a luta agora é fora do octógono também
O UFC Vegas 113 mostrou que nem sempre estar no card principal é sinônimo de aprovação. A comunidade do MMA deixou claro que quer ação constante e entretenimento — e Almeida e Kuniev tiveram avaliações duras por não entregarem isso. Você, fã de luta, sabe que o espetáculo é parte fundamental do sucesso dos atletas. Agora, resta aos brasileiros a missão de se reinventar e voltar mais fortes para as próximas batalhas.
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