O grappler e lutador de MMA brasileiro Carlos Prates revelou que teve sua luta de grappling contra o armênio Arman Tsarukyan vetada pelo UFC. A disputa, que seria uma grande oportunidade para ambos os atletas mostrarem suas habilidades no solo, não poderá acontecer por ordens contratuais da organização. O veto do UFC causa impacto direto na carreira de Prates e levanta um debate importante sobre a liberdade dos lutadores para competir em eventos externos.
UFC proíbe grappling entre Carlos Prates e Tsarukyan
Carlos Prates, conhecido por suas habilidades no striking, buscava uma chance de medir forças em uma luta de grappling contra Arman Tsarukyan, um dos melhores grapplers do UFC na divisão peso-leve. Tsarukyan, número 1 do ranking dos leves e 15º no ranking peso por peso, tem histórico de finalizações e domínio no solo, tornando o confronto muito esperado pela comunidade de fãs.
Porém, o UFC vetou a participação de ambos na disputa, justificando a decisão pelo risco que competições externas trazem para seus atletas, como lesões que possam comprometer sua performance em lutas oficiais. Além disso, o veto reforça o controle do UFC sobre os contratos dos lutadores, que costumam impedir combates ou aparições em eventos não autorizados pela organização.
Quem é Arman Tsarukyan?
Arman Tsarukyan é um lutador armênio de MMA que se destaca pelo seu talento em wrestling e grappling. Ele estreou no UFC enfrentando Islam Makhachev, futuro campeão peso-leve, e desde então vem consolidando sua posição como um dos nomes mais temidos do solo na categoria. Sua técnica aguçada e controle fazem dele um adversário formidável, especialmente em lutas de chão.
Essa disputa com Prates seria uma oportunidade única para testar estratégias em uma modalidade sem os golpes de nocautes do MMA, além de manter a forma e visibilidade para ambos os atletas.
O contexto das lutas de grappling para lutadores de MMA
Lutas de grappling, como as competições de jiu-jítsu sem quimono, ganham destaque entre lutadores de MMA para aprimoramento técnico e trabalho de solo sem o desgaste físico intenso de uma luta completa. Eventos como ADCC e Polaris Grand Prix são vitrines para esses atletas testarem seu jiu-jítsu em alto nível e ainda se manterem ativos.
Entretanto, o UFC impõe restrições severas para seus lutadores participarem dessas competições. O receio é que uma eventual lesão em eventos externos prejudique as agendas de grandes eventos do UFC, além de diluir o valor e exclusividade da marca. Assim, os atletas precisam negociar com a organização para poderem participar, o que neste caso não aconteceu para Prates e Tsarukyan.
Repercussões e o que vem pela frente
A negativa do UFC a essa luta gerou reação entre fãs e especialistas, que questionam até onde vai o direito dos lutadores de competir fora do octógono e apostar em modalidades que podem lhes trazer crescimento esportivo. Para Prates, seria ainda uma chance de mostrar evolução na parte do jogo onde muitos strikers enfrentam dificuldades. Para Tsarukyan, uma forma de manter ritmo e testar novas técnicas sem a pressão da luta oficial.
No entanto, o cenário do MMA profissional ainda é fortemente dominado por grandes organizações como o UFC, que possuem contratos rígidos com seus atletas. Provavelmente, o debate sobre maior liberdade de participação continuará em 2026, junto com a evolução das modalidades e formatos externos que atraem grandes nomes do esporte.
Conclusão
A luta de grappling entre Carlos Prates e Arman Tsarukyan prometia ser uma disputa de alto nível técnico que foi barrada pelo veto do UFC. Essa decisão mostra como o controle das organizações impacta diretamente as carreiras e a autonomia dos lutadores. Se você é fã de MMA e grappling, vale ficar de olho nos próximos capítulos dessa polêmica — e claro, não deixe de apostar na emoção dos combates oficiais no octógono!
Quer estar sempre atualizado com as últimas notícias do MMA? Continue acompanhando o LUTASMMA – Seu Site de Combate!

