Eduarda Ronda, lutadora brasileira do UFC, surpreendeu a comunidade ao falar abertamente sobre seu diagnóstico de transtorno bipolar. Em entrevista recente, a atleta revelou como essa condição impactou sua carreira e como ela vem enfrentando os desafios para manter a saúde mental equilibrada.
A lutadora sergipana, conhecida por sua garra no octógono, contou que recebeu o diagnóstico de transtorno bipolar há cerca de um ano e meio, mas só decidiu se abrir publicamente e iniciar o tratamento após um momento difícil em sua trajetória no MMA. Ela destacou que reconhecer o problema foi fundamental para lidar melhor com os altos e baixos das competições.
Quem é Eduarda Moura, a “Ronda”?
Eduarda Moura, popularmente chamada de “Ronda”, é uma atleta de MMA da divisão peso-mosca do UFC. Natural de Riachuelo, Sergipe, ela tem um cartel profissional de destaque, com 12 vitórias e 2 derrotas até o momento. Sua trajetória é marcada pela determinação e resiliência, características que a tornaram uma referência para fãs de luta no Brasil e no mundo.
O UFC é a maior organização de MMA do planeta, onde Eduarda vem se afirmando como uma das principais brasileiras na categoria peso-mosca, em busca de conquistar ainda mais vitórias e subir no ranking.
O impacto do transtorno bipolar na carreira de Ronda
O diagnóstico de transtorno bipolar, segundo Eduarda, foi tanto um choque quanto um alívio. Ela enfrentava oscilações emocionais intensas que atrapalhavam seu rendimento e bem-estar, mas não sabia a causa desses episódios. Depois de um revés no octógono, decidiu buscar ajuda profissional.
Ronda revelou que chegou a cogitar abandonar o esporte por conta da pressão emocional, mas com o acompanhamento psiquiátrico e o suporte certo, ela aprendeu a gerenciar melhor sua condição. O tratamento tem sido essencial para controlar seus humores, mantendo o foco e a performance nas competições.
A importância da saúde mental no MMA
Essa abertura de Eduarda reforça um tema que precisa de mais atenção no mundo das lutas: a saúde mental dos atletas. O MMA exige preparo físico e mental intensos, e transtornos como o bipolar podem afetar diretamente o desempenho e a qualidade de vida dos lutadores.
Ao falar sobre sua experiência, Ronda incentiva outros atletas e fãs a não esconderem suas dificuldades. Buscar ajuda é fundamental e não deve ter estigma. Saúde mental é tão importante quanto saúde física no esporte de alto nível.
Conclusão
A coragem de Eduarda Ronda em revelar seu diagnóstico de transtorno bipolar é um exemplo de força e transparência para o MMA brasileiro e mundial. Sua história mostra que enfrentar os desafios mentais é parte da jornada de um atleta e que buscar tratamento é um passo decisivo para o sucesso dentro e fora do octógono.
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