Acelino Popó relembra morte da mãe: “Pior nocaute que sofri”

Acelino “Popó” Freitas, um dos maiores nomes do boxe brasileiro, surpreendeu os fãs ao falar sobre a perda recente de sua mãe, Zuleica Freitas. Para ele, a morte dela foi o “pior nocaute” de sua vida, uma dor muito maior do que qualquer golpe que já sofreu no ringue. Aos 50 anos, Popó compartilhou esse momento de vulnerabilidade, mostrando que a força de um campeão vai muito além dos títulos e vitórias.

A declaração veio em um momento em que Popó participa ativamente de eventos como o Fight Music Show, mesclando o espetáculo do boxe com reflexões pessoais mais profundas. Embora seja conhecido pelo seu poder de nocaute e carreira vitoriosa, essa perda deixou clara a dimensão humana do atleta, que ainda carrega a memória da mãe, responsável por dar seu apelido tão icônico.

Acelino Popó Freitas: Uma lenda acima do ringue

Nascido em 21 de setembro de 1975, na Bahia, Acelino Freitas construiu uma carreira memorável entre 1995 e 2017. Com 29 vitórias por nocaute consecutivas no início da trajetória, Popó dominou os cinturões mundiais nas categorias superpena e leve. Entre seus feitos, está a unificação do título superpena da WBO e WBA, além de duas conquistas na divisão dos leves pela WBO.

Mais que um boxeador, Popó se transformou em um ícone nacional, ultrapassando os limites do esporte ao entrar para a política como deputado estadual da Bahia entre 2011 e 2014. Seu apelido, dado pela mãe Zuleica, é uma marca carinhosa que representa a ligação profunda entre eles desde a infância difícil e cheia de desafios.

O “pior nocaute” na vida de Popó: a perda da mãe

Apesar dos inúmeros combates e vitórias impressionantes, nenhum deles se compara à dor causada pela morte de sua mãe. Ao dizer que esse foi o “pior nocaute que sofri”, Popó usa uma metáfora poderosa para ilustrar o impacto desse luto em sua vida. A perda de Zuleica Freitas trouxe um golpe emocional muito severo, afetando sua vida tanto quanto as lutas mais difíceis dentro do ringue.

Zuleica não foi apenas a mãe que criou Popó: foi a pessoa que lhe deu o apelido que o acompanhou pela vida, dando a ele uma identidade única no mundo do esporte. Embora exista uma confusão sobre a data exata do falecimento, com menção errada a dezembro de 2025, sabe-se que este é um evento recente, que abalou profundamente o ex-campeão.

Força além do ringue: o legado e a superação

A coragem de Popó ao compartilhar sua dor demonstra que até mesmo atletas lendários enfrentam desafios fora dos esportes de combate. Em suas recentes participações no Fight Music Show, ele mistura resistência física com aprendizado emocional, mostrando que ser guerreiro é também lidar com perdas e fragilidades.

Essa nova fase da vida de Popó é marcada por uma ressignificação, onde ele mostra a todos nós que, na luta da vida, existem nocauteadores invisíveis, mas que a superação é uma parte vital do espírito de um verdadeiro campeão.

Fica aqui a admiração e respeito à trajetória de Acelino Popó, não só como atleta, mas como ser humano que nos inspira dentro e fora dos ringues.